DESAFIO 30 DIAS MINIMALISTAS

01. Fique offline por um dia

02. Medite por 15 minutos

03. Destralhe sua vida digital

04. Passe o dia inteiro sem reclamar

05. Identifique de 3 a 6 prioridades na sua vida

06. Siga um ritual matinal

07. Organize sua lista de leitura

08. Aprenda a apreciar a solidão

09. Diminua sua coleção de produtos de beleza

10. Nada de emails ou redes sociais até a hora do almoço

11. Avalie seus compromissos

12. Defina suas metas para este ano

13. Limpe seu guarda-roupa

14. Comece a aprender algo novo

15. Examine seus hábitos diários

16. Não compre nada por 24 horas

17. Realize uma tarefa de cada vez

18. “Unfollow” e “unfriend”

19. Saia para uma caminhada e exercite sua consciência

20. Não assista TV por um dia (leia, ao invés disso)

21. Escreva por 20 minutos

22. Crie uma rotina relaxante para a hora de dormir

23. Saia sem maquiagem

24. Pratique a gratidão

25. Não planeje nada para este dia

26. Identifique o que te causa stress

27. Limpe a sua “gaveta da bagunça”

28. Abandone uma meta

29. Desligue as notificações

30. Avalie suas 5 últimas compras

Quem topa o desafio? eu já comecei.

Mas vá no seu ritmo. Algo que recomendo é não fazer as coisas necessariamente nessa ordem. Eu fui por categorias, a parte do desapego material primeiro, depois “folga das redes sociais”… Siga o que for mais conveniente ao seu estilo de vida, se não der, adapte-o!

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o que é ser um Personal Organizer?

Muita gente pergunta: O que é? O que fazem? Do que se alimentam?
Tudo isso no globo repórter de hoje.

O Personal Organizer não é uma diarista. É um profissional especializado em organização de ambientes, a intenção dele é ir apenas à sua casa o quanto for necessário para que você estabeleça uma organização pessoal pratica e funcional.
Ele aplica seus conhecimentos e estudos de métodos de organização e muitos deles até possuem filosofias inspiradoras para manter seu estilo de vida do seu jeitinho.

Por que contratar um?

Hoje em dia com nossos empregos diários, tarefas, muitos com estudos para botar em dia, outros com filhos para se responsabilizar. Acaba que a casa reflete muito desse estado de espírito sabe? A falta de tempo para organiza-la muitas vezes, resulta em bagunça em vários níveis, em acúmulos (de muitas coisas desnecessárias).

Resultado? Vivemos num espaço que muitas vezes já não condiz com o que somos ou que queremos nos tornar. O ambiente que dormimos, estudamos, trabalhamos… São ambientes importantes onde passamos boa parte de nossos dias, é importante manter eles em equilíbrio. Arrumados, onde possamos achar coisas de forma fácil e rápida, onde tenhamos espaço para nossa liberdade criativa e o mais importante: uma área de descanso confortável que cumpra seu propósito (visualmente também).

O papel do profissional em organização é realizar esses processos desgastantes para você. Organizar os espaços da sua casa de forma funcional, pratica e visualmente confortável também. Ele atua em diversos ambientes da casa, cada um com o foco especializado para cada local, cozinhas, quartos…

A tarefa dele é garantir que ele não precise retornar! Acredite, é essa a intenção! Apresentar e aplicar um estilo de vida que seus clientes gostem e possam manter/seguir. A organização normalmente ocorre com consultoria previa, para conhecer melhor o ou os clientes e conseguir adaptar os locais da casa/escritório de acordo com o que a pessoa quer/precisa. Praticidade, agilidade, conforto e harmonia são boas palavras que representam uma boa execução da organização de um setor.

“Quando organizamos a casa, parece que organizamos a vida”

Essa frase é pura verdade. Quanto menos tempo nos dedicamos ao superficial (como arrumar a casa/quarto toda santa sexta feira), mais tempo temos para aproveitar o ambiente e até dar atenção a amigos e família.

Serviços e especializações?

Muitos Personal Organizers podem se especializar em categorias especificas. Muitos focam em residenciais (o meu caso, atualmente), outros focam em organizações para mudanças, organização de escritórios, estoques e até coleções.

Quanto custa mesmo?

Normalmente a maioria cobra por hora de trabalho, ou por tamanho/nível de bagunça do ambiente/setor, outros por pacote e etc.
Para se ter uma melhor noção do orçamento, é necessária (e sempre recomendado) que haja uma visita técnica antes.

O que mais ele faz? Só “põe as coisas no lugar”?

Eles são “facilitadores da vida” (por assim dizer). Eles não só arrumam, como avaliam peças para descarte (acompanhado do dono do aposento, claro), peças que possam ser readaptas ou redirecionadas para outras funções e sugestões na alteração do layout do ambiente (caso necessário).

sapatos – quantos pares realmente precisamos?

Esse tópico é extremamente polêmico pra muita gente. Em muitos quartos que arrumei, notei a quantidade EXCESSIVA de sapatos nos armários (e muitas vezes em baixo da cama). O problema desses esconderijos é que você perde a noção do que possui. Por isso é importante sempre guardar as coisas da mesma categoria de uma forma sempre pratica e fácil de visualizar.

Mas qual seria o numero ideal? É complicado eu chegar e dar um numero aleatório. Cada um tem um estilo de vida que leva em conta outras prioridades. Quem trabalha com coisas fitness, por exemplo, pode sentir necessidade de 2 pares de tênis de ginástica, pois usa tanto pra se exercitar, quanto pra trabalhar. Já pessoas que tem um estilo de vida mais simples perto da natureza e não frequentam lugares frios, abusam de boas sandálias e rasteiras.

No meu caso eu era obcecada por tênis, pois é o tipo de sapato que uso sempre, tanto pra sair, quanto para trabalhar. Gosto do conforto, estilo e praticidade. Mas eu como uma boa Arquiteta/Personal Organizer/A maluca que inventa de fazer coisas diferentes da noite pro dia, resolvi pensar em um numero “saudável” de sapatos, que incluam variedade, conforto e reduzam meus gastos com “sapatos de festa” e “eu tenho vários xxx mas não combinam com quase nada”.

Então, considerando os pontos como:

variedade climática   eventos sociais   personalidade  

Consegui montar uma quantidade “saudável” de sapatos e que atendam as minhas necessidades.

(deixando claro que essa é minha “versão”, ficando apenas como sugestão para quem quer buscar uma vida mais pratica e minimalista).
(as cores podem variar, normalmente opto por sapatos em cores sóbrias, para combinar com mais peças de roupas e poder repeti-las sem enjoar)

01 . Um par de flat sandals preto

wwwwwFonte: https://goo.gl/gzwm8F

Confortável e básico. Pode se usar pra “ir tomar um sorvete”, ir pra praia, casa de amigos, andar em casa… é usado atualmente por muitas ‘fashionistas’ até para looks de sair (shopping etc). Além de ser um quebra-galho pra viajar e ir pra praia.

Extremamente versátil e fácil de achar de várias marcas e cores.
Recomendação pessoal: Melissa (pode molhar a vontade, dura bastante e é incrivelmente confortável)

02. Um par de tênis brancos (tipo “all White”)

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            Fonte: https://goo.gl/MfHYss                                  Fonte: https://goo.gl/4ESgLL

Uma peça “clássica” na minha opinião. O tênis branco traz um estilo muito interessante para qualquer look casual. Pra mim, uma peça coringa a ser bem apreciada.

Recomendação: Nike Dunk High ou All Star

03. Um par de tênis preto (tipo “all Black”).

ferteyteFonte: nike.com.br

Assim como o tênis todo branco, o tênis todo preto possibilita visuais casuais e urbanos.Ter um par desses é um quebra-galho para quem não gosta de perder tempo escolhendo sapato pra combinar com a roupa de cada dia.

Recomendação: Nike Air force (o tenis mais confortavel que já calcei em toda minha vida, apesar de caro, vai durar uns 84 anos…) ou All Star (bom, bonito e barato hahaha).

04. Botas ou Ankle Boots de couro

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Perfeitas para dias frios, saídas noturnas ou passeios mais “arrumados”.
Recomendação: Santa Lolla (couro bem duradouro). Opção muito boa e mais econômica: Via Mia (<3)

05. Um sapato colorido (estilo de sua preferência)

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06. Salto alto preto “básico” (aberto ou fechado)

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07. Salto alto nude “básico” (aberto ou fechado)

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08. Tênis de ginástica e/ou bota de caminhada (a depender do estilo de vida, vai a cargo da pessoa e suas necessidades)

wtreteyFonte: https://goo.gl/XiVfg6

yrthghfghFonte: https://goo.gl/3LQqAG

O tênis de ginástica proporciona um conforto especifico tanto pra quem faz academia regularmente ou outro exercício, quanto pra quem andar muito no dia-a-dia ou tem o costume de correr/caminhar.
Recomendação: Qualquer uma de sua preferência – sempre bom consultar quem pratica esportes (não entendo de marca de tênis desse tipo – não me julguem).

A bota de caminhada é extremamente útil para inúmeras situações, caminhadas longas, atividades “radicais” e além disso protege o pé termicamente e previne o mesmo de se machucar com facilidade. É muito usado por quem costuma viajar bastante para muitos lugares, ou quem pratica escalada e derivados.
Além de ser muito útil para engenheiros e arquitetos que acompanham obras. Num apocalipse, essa é a melhor opção de calçado! 

A questão principal aqui é qualidade ao invés de quantidade.
Por que não um sapato duradouro, de boa qualidade, confortável e versátil ao invés daqueles milhares que compramos mais pelo preço no famoso Fast Fashion?

Vamos trabalhar essa criatividade e fazer bom uso das nossas roupas e calçados!

Willpower – dedicação pra vencer – um texto sobre Força de Vontade

tertetFonte: https://goo.gl/FjLK1v

Adaptado de: https://goo.gl/9CdjRW
Tradução: Ana Luiza da Rocha Moreira

Como aumentar a sua Força de Vontade

As estratégias para melhorar seu autocontrole são simples, incluem conhecer suas necessidades físicas básicas e remoção de decisões desnecessárias da sua vida diária.

Essas estratégias exigirão tempo e dedicação, mas serão mais efetivos em ajudá-lo a fortalecer sua força de vontade ao decorrer do tempo.

01 Coma com regularidade

A falta de determinação que você sente quando esta com fome não é algo da sua cabeça. Pesquisas indicam a idéia de que a força de vontade requer muita capacidade intelectual e que o cérebro precisa de comida. Se você não está alimentando seu cérebro bem ou com freqüência suficiente, sua força de vontade para fazer suas atividades será diretamente atingida. Por essa razão, se, por exemplo, você está tentando perder peso – ou até escrever seu TCC – Comer pequenas refeições, melhorará seu autocontrole.

02 Remova tentações

Existe um experimento chamado: Marshmallow Experiment (sim, é esse o nome). O Dr. Walter Mischel e sua equipe colocaram um prato de marshmallows numa mesa e deu duas opções para as crianças, ou elas comeriam um Marshmallow ali imediatamente ou esperavam por um tempo indeterminado e comeriam dois.

O que eles perceberam, foi que as crianças que se distraíam (fechavam os olhos, olhavam ao redor e etc) foram capazes de resistir à tentação por mais tempo do que aquelas que não tiravam os olhos do prato com a pilha de marshmallows. Esta “out-of-sight-out-of-mind” (“fora de vista, fora da mente”) é uma tática que tem sido muito efetiva em adultos (sendo assim, usada em escritórios, com doces). Então se você quer evitar a falta de força de vontade, remova algumas tentações do seu caminho.

03 Reduza o numero de decisões que você tem que fazer

Lembre-se que a força de vontade se alimenta da mesma energia que sua capacidade de decidir. Tente limitar o numero de decisões que você tem que fazer. Aqui tem algumas dicas de como reduzir o numero de escolhas que você faz no seu dia-a-dia.

03.1 Prepare suas refeições adiantado – uma ou 2 vezes na semana

03.2 Planeje as roupas que irá usar na semana ou tente o método do armário cápsula.

Enquanto planeja seus looks semana (é bom quando você vive e alguma cidade com uma temperatura mais estável). O armário cápsula pode ter um efeito similar e te dar certa flexibilidade. Basicamente você apenas seleciona itens que combinam com os demais que você já tem.

03.3 Para projetos, crie um plano estruturado para seguir ou consiga um profissional para ajudá-lo. Se você esta tentando fazer algo como “ficar em forma”, fazendo sempre os mesmos exercícios de forma estruturada, isso pode ajudar você a cumprir essa tarefa. Além disso, contratando um profissional para ajudar a lidar com certos detalhes, pode valer a pena.

03.4 Terceirizar! Pode estar um pouco relacionado ao ato de contratar um profissional. Terceirizar decisões é uma ótima maneira de se livrar de pendências. Por exemplo, para projetos de grande porte, como publicar relatórios ou planejar um evento, aprenda a não estar no controle de tudo o tempo todo. Coloque todos a parte do que é necessário fazer, mas deixe os outros tomarem algumas decisões.

Tarefas em quantidade. Isso não vai ajudar você a limitar o numero de decisões que tem que fazer, mas irá ajudar a remover distrações que algumas decisões causam. Cheque seu email em horários fixos e aprenda a amar a função “lembrete” (tanto do computador, quanto do celular).

04 Tenha Foco

De acordo com Baumeister, umas das piores coisas que você pode fazer pela sua “força de vontade” é tentar fazer muitas mudanças ao mesmo tempo. É melhor focar em um por vez.

05 Explore suas emoções

Suas emoções podem ter grande impacto na sua força de vontade.

Mostre suas emoções. Tom Heatherton e Katherine Vohs mensuraram o autocontrole das pessoas que tinham acabado de ver um filme triste. Um grupo foi orientado a não mostrar as emoções e o segundo grupo foi orientado a libertar todas suas emoções.

O grupo que demonstrou suas tristezas obteve melhor desempenho nos testes de força de vontade, provavelmente porque eles não precisaram usar o autocontrole para esconder suas emoções. Então, libertem-se!

Pare de tentar agradar as pessoas. Fazer outros felizes e atender a exigência deles, isto é uma forma direta de acabar com sua força de vontade. Procure caminhos para motivar seu comportamento que não exijam aprovação externa. Verifique seu estado de espírito sempre.

 06 Aumente sua motivação

Inevitavelmente, haverá uma época onde sua força de vontade estará baixa. Em tempos como esses, foque em motivação.
Uma pesquisa feita por Mark Muraven mostra que pessoas com pouca força de vontade tem melhor desempenho em tarefas relacionadas a auto controle quando é dito que elas serão pagas.
Quando sentir a tentação tomando conta, foque em como você pode motivar melhor a si mesmo.

07 Use um “Intenção de Implementação”

Baumeister e o co-autor John Teirney descrevem como lidar com a tentação e reforçar seu autocontrole usando uma técnica chamada: “implementation intention.” Que em português seria “intenção de implementação”, uma forma ainda melhor de falar seria: se preparar previamente para situações futuras, pensamentos como: “Assim que eu acordar, antes de qualquer outra coisa, vou colocar meus tênis e sair para uma corrida.” Basicamente, seria uma relação de preparo, prevenção, planejamento.

Funciona da seguinte forma: antes de você experimentar a tentação, você deve planejar sua resposta. Supondo que você esta evitando comida não saudável. Se você está em uma festa e alguém lhe oferece sobremesa, você pode planejar uma resposta evitando-a e quem sabe pedir uma fruta fresca no lugar (ta, que exemplo horrível – comentário de @zaluina).
A chave do problema é pensar sobre as situações onde sua força de vontade será testada e preparar uma resposta adiantada – basicamente decidindo com antecedência.

08 Pratique o autocontrole

A mais desafiadora, porém, melhor maneira de fortalecer sua força de vontade é de fato, utilizá-la. Baumeister sugere que você crie pequenos desafios que necessitam de pouco esforço para serem realizados. Por exemplo, você pode se comprometer a apagar a luz em todo o cômodo que você deixar, guardar suas roupas ao final de cada dia ou eliminar algumas palavras/reclamações de seus discursos diários.

Essas tarefas relativamente fáceis, praticadas diligentemente (com dedicação e agilidade) irão aprimorar suas habilidades de autocontrole e construir melhor sua confiança diante das tentações.

Sem duvida, fortificar a sua força de vontade não é fácil, mas os benefícios que vem com reservas de autodeterminação podem lhe dar uma vantagem.
O investimento que você faz na sua habilidade de autocontrole é um dos melhores que você pode fazer na sua vida.

Então, agora a questão é, o que você vai fazer com a sua força de vontade?

Alguns podem ter se questionado o porquê da associação do título com o Lanterna Verde. Bem, primeiramente, eu adoro essas coisas. Hahaha

Segundo que, pra quem não sabe, o Lanterna Verde utiliza um anel que canaliza uma energia de uma entidade chamada ÍON (cientificamente falando, um átomo eletricamente carregado), que nos quadrinhos é uma carga de energia que fornece poder a quem o usa através da força de vontade da pessoa.

vdfgdghFonte: https://goo.gl/CqXoZg

rtwetetFonte: http://www.lanternasverdes.com/ion.jpg

Apesar do texto traduzido por mim a seguir ser retirada de um estilo mais “auto-ajuda”, achei interessante comparar ele com um herói (porque sou dessas). Simplesmente achei fantástico o fato de se encaixar bem com o Lanterna Verde. É bem interessante ver a potencia e importância da força de vontade que temos… Pra viver, levantar todos os dias, sair de dificuldades, enfrentarmos problemas e superá-los ao maximo.

A força de vontade é o que mais ajuda em quem sofre de depressão, ou aquela fase cheia de bads que todos passamos. É o que nos motiva a seguir andando mesmo sem um rumo certo.

Engraçado é que tirando como base o quadrinho do Lanterna Verde e toda sua história e personagens, consegui associar isso com a mais pura verdade sobre nossas vidas e inseguranças. Pra quem não conhece, os “inimigos” desse Herói se utilizam de outros anéis que exercem poderes através de “outras emoções” digamos assim.

(estou resumindo bem superficialmente galera. Se eu fosse explicar as raças alienígenas e as origens eu ia levar 84 anos. Então fãs de Hq, não me encham de desaforo pls)

Dentre várias delas, acredito que 3 sejam reais empecilhos em nossas vidas, dentre elas estão:
                                           medo        ganância       raiva

O medo nos impede de tomar decisões, ou nos faz tomar decisões que não queremos. A ganância nos cega em caminho de nossas conquistas e a raiva? Bem, a raiva desequilibra todas nossas relações pessoais e interpessoais, afetando diretamente nossa qualidade de vida.

Mas isso é só minha humilde opinião.

Espero que tenham gostado do texto de Autoajuda + leve reflexão geek;

Espero também que esse texto tenha motivado muitos, tanto a tomar iniciativas para fortalecer suas forças de vontade, quanto para ler e assistir o Lanterna Verde;

Brb

a polêmica do desapego de livros

dfvfvbdbfFonte: Acervo Pessoal

Quando pensamos em dar AQUELA faxina geral na casa ou quarto, a maioria, acredito eu tira logo os livros do campo de visão pois “tem certeza de que quer manter todos”.

Eu amo livros, gosto de ler a moda antiga. Não sou muito fã de .PDF ou os kobos da vida, mas sou realista o suficiente para saber que muitos dos livros que possuo, não irei ler novamente ou se quer irei ler alguma vez.

Muitos livros também são dados de presente. Quando se tem uma dedicatória então? Impossível desapegar deles.

Mas eu tenho uns conselhos e questionamentos a trazer que acredito ajudar MUITO na decisão desses difícil destralhe.

     1. Você gosta MESMO desse livro?
     2. Você pretende ler ele novamente?
     3. Se não, por que motivo quer guardá-lo?

Se a resposta for “para meus filhos lerem” pense se daqui a alguns anos eles realmente vão trocar o kobo deles por livros repletos de poeira (é uma triste e bem provável realidade. Eu amo livros físicos, mas os de minha mãe mesmo, cada virada de pagina é um espirro)

     4. Se você não gosta do livro, por que o mantém?

Se a resposta for “por que eu ganhei de presente de fulano (a)” repense se realmente vale à pena guardar algo que você não gosta e deixar apodrecer sendo que poderia estar nas mãos de outra pessoa que daria o devido valor.

“Mas Ana, meu avô que me deu, tem um carinho muito especial”, esses sim se guardam.

   5. Se vocês não pretendem reler, nem gostam tanto assim deles, por que raios os guardam?

Se sua resposta for “quero construir uma biblioteca gigante para decorar meu escritório/casa, tipo uma livraria particular”. Repense só um pouquinho nisso. No custo, manutenção e limpeza.
Eu sempre tive esse desejo, prateleiras e mais prateleiras preenchidas de livros incríveis, é belo, culto, impressionante!

Mas pense, para que você quer isso? Para você ou para impressionar aqueles que vão a sua casa? Pra muitos é vergonhoso admitir, mas é a verdade. Muita gente mantém esses livros por pura imagem. Não há nada de errado nisso.
Mas se você adora tanto livros como diz que adora, por que deixá-los apodrecendo em traças e poeiras durante anos em prateleiras? Só para provar quantos já leu? O quanto você os adora? O quão culto você é por ter livros de arte ou sei La, filosofia?

Muitos livros podem fazer uma grande mudança na vida de muita gente. Aquele livro que você comprou e não terminou de ler (e provavelmente nem vai) pode se tornar o favorito de alguém que você resolveu doar.

É quase o mesmo que dizer que AMA pássaros e deixar vários em gaiolas. Para mostrar aos outros, para apreciar seu canto e beleza, mas fazendo isso, você os priva de ter uma vida livre.

(Tudo bem que eu comparei livros com pássaros, mas vocês me entenderam, espero eu)

Nas arrumações que faço como Personal Organizer na casa das pessoas, cansei de ver livros que ao abrir, já tem paginas comprometidas, traças ou estão simplesmente afogados em poeira. Muita gente nem lembrava que os possuía!

A verdade é que é muito trabalhoso manter uma limpeza semanal de um acervo muito grande e infelizmente, por mais que limpemos, não podemos controlar o tempo agindo nas capas e folhas de papel.

Oh Ana, o que eu faço então minha filha?

Hahaha, calma!

Minha sugestão é fazer o que a Marie Kondo recomenda… Comece pegando todos seus livros de todos os ambientes da casa (tem gente que tem mania de ler e sair largando por ai). Junte todos os seus livros, sente com calma (sem musica para influencia na dramatização da escolha, por favor) e analise um por um. Perceba se realmente gosta deles ou pretende lê-los DE VERDADE.

As vezes o livro (assim como certas pessoas) cumprem a tarefa de fazer parte de nossas vidas em apenas determinado período de tempo sabe? E se ele “cumpriu sem propósito” por que não passá-lo pra frente? Para que ele possa fazer parte de outras realidades também?

Minha proposta então é que você leitor, dê uma re-avaliada no seu acervo. Separe o que vai manter o que vai doar e o que possivelmente vai vender (se for um livro muito raro ou caro, não sei, é uma dica).

Mas mantenha contigo os livros que realmente tem um apreço. Aquele que se você perdesse, ia se desdobrar em dois para conseguir um exemplar substituto.

“Ah quanto drama por causa de um livro”

Mas é se não é fundamental pra sua vida por algum motivo, eu realmente não vejo razão pra guardar.
Espero que as dicas ajudem a desentupir essas pilhas de livros que sei que muuuuuuita gente tem.

Fiz isso com os meus e mantenho meus favoritos em apenas UMA prateleira! São os que têm muita importância pra mim, os que gostam de reler ou consultar ou que simplesmente me trazem um bem enorme.

Obs: Acho que essa mesma avaliação vale para aquela coletânea louca de CD’s e DVD’s que você tem. Hoje a coisa mais fácil do mundo é baixá-los. Mantenha os encartes que realmente você faz questão.
Se o problema é apenas espaço, faça como eu: Selecionei meus cd’s e dvd’s favoritos e os coloquei em um porta-dvd na gaveta. Tenho 80 (é super barato) e não ocupam espaço nenhum!

Can I get an amen up in here?

Agora…

Mãos a obra!

Tem muitos orfanatos e asilos ai precisando de novas historias para preencher ainda mais suas vidas

precisamos falar sobre James Howlett – um pouco sobre depressão e culpa

Imagem1Fonte: https://goo.gl/LRPfZG

A depressão é uma das doenças, ou melhor, “maldições” da geração. Assim como a ansiedade, a depressão pode não surgir por um ou dois motivos específicos.
É um assunto serio, que muita gente tem levado como “frescura” ou para os mais velhos como: “na minha época não tinha essas coisas”.

Mas Ana, porque raios você esta envolvendo esse tal de James Howlett nessa historia?

Pra quem não conhece, James Howlett é o nome verdadeiro do Wolverine (É complicado explicar, mas ele também atende por Logan posteriormente na sua historia de vida). Esse que, recentemente, se tornou um de meus personagens favoritos das historias em quadrinhos (o outro é o Spider Man – não que alguém se importe).

Na real mesmo, eu não conheço tanto de quadrinhos (não acompanho desde sempre, mas me interesso bastante em conhecer). Mas quando lançaram os filmes de X-Men e os de Wolverine, eu assistia a todos. Gostava dos filmes e tal, mas sempre achei que representavam o Logan como um cara bruto e arrogante de forma quase gratuita. Não sei explicar, acho que eu era muito nova e sentia que o personagem era representado de forma muitas vezes superficial. Eu não conseguia entender nem sentir muita empatia por ele ou o que quer que ele tenha passado.
(
Sem falar da timeline alucinada dos filmes que me deixava extremamente confusa).

Como e porque isso mudou?

Alguns meses atrás assisti ao filme LOGAN (um dos melhores do ano, acreditem). Minha percepção do personagem mudou completamente, eu me identifiquei e me sensibilizei de uma forma muito intensa. O filme todo pra mim foi uma metáfora a depressão, foi ai que tudo mudou de visão para mim.
Eu fui diagnosticada com depressão em meados de junho/julho de 2016 e desde então tenho compreendido mais o jeito de “lidar com as coisas” de cada um de nós.

Professor Charles Xavier no filme LOGANImagem2
Fonte: https://goo.gl/meBmKp

James Howllet vulgo Logan vulgo Wolverine (no filme LOGAN)Imagem3Fonte: https://goo.gl/1Zi9NL

Pra quem não lembra ou não assistiu, o filme inteiro o Logan carrega consigo uma bala de adamantium (único material que de fato pode por fim a sua vida). Durante as cenas, se consegue perceber o cansaço com a vida, o desgaste emocional o consumindo e um forte olhar de que quer simplesmente desistir de tudo. O peso de uma grande carga de responsabilidade, culpa e decepção parece pesar nas costas dele o tempo inteiro e é mais ou menos assim que eu sinto a depressão se espalhando no corpo.
Culpa. Um passado que assombra. Emocional no limite. Solidão. Responsabilidade. Cansaço constante.

(Muito disso creio refletir também em Xavier, o que me comoveu mais do que esperava, por parecer bem debilitado e emocionalmente aereo. Xavier, no entanto, sempre tem nem que seja 1%, mas tem algo chamado esperança).

A partir desse filme, me interessei em saber as origens de Wolverine e o que de fato levou tudo a chegar aonde chegou. Li oa quadrinhos de origem, as hq’s com historias mais importantes (como Arma X – quando é implantado o adamantium em suas garras)… Historias essas que relataram um passado traumático, grandes responsabilidades, um histórico de tortura e exploração (tanto física quanto mental).
Mostra também o peso das relações familiares e como o trauma e seu superpoder se intercalasse e resultasse num grande conflito interno nunca resolvido por completo. Uma pessoa com um grande sofrimento, com a perda de muito amor e com um futuro ainda mais problemático.

(Soa familiar? Tirando o super poder, parece um relato de fragmentos da minha história de vida).

Por isso eu o achava “bossal” nos filmes. Ele sempre parecia muito rude, muito desinteressado nas pessoas e coisas, ele já parecia ter cansado de lutar lutas que não eram dele, mas ainda assim, tinha a benevolência de ceder a inúmeros pedidos de ajuda. Simplesmente, uma pessoa incrível, sério.

Parece uma divulgação minha financiada pela Marvel para influenciar novos leitores, mas de verdade, indico a todos a acompanhar o inicio e fim da criação desse personagem, são leituras fortes, o filme LOGAN é um filme forte. Mas me marcou de uma forma muito positiva, apesar de melancólica.

A depressão é o que muita gente chama de “doença silenciosa”, vem como quem não quer nada e logo se estabelece de uma maneira que dificulta muito a sua saída. Ficar na tão famosa “bad” não é estar com depressão. Todos nós passamos por momentos difíceis, que muitas vezes ate duram um longo período, mas conseguimos enfrentar essa “maré”.

Como saber se não é apenas “uma bad de longo período”?

Constante vontade de dormir, perda de apetite, desanimo não só para fazer coisas num geral, mas também para fazer coisas que antes gostava muito. Desinteresse pelo social e pelo cuidado com a aparência.

.362Fonte: https://goo.gl/ezEZQZ

A jornada de quem convive com a depressão e de quem ama alguém que passa por isso (familiar, namorado(a), amigo…), sabe da dificuldade que é buscar motivos para levantar da cama. Quem acompanha essas pessoas sabem a dificuldade que é ver alguém que você ama perdendo uma luta pra si mesmo.

Então para quem está nesse “poço”. Primeiramente, não tenha vergonha, você não é pior ou mais incapaz do que ninguém por que esta passando por isso. Segundo, não se acanhe em pedir ajuda, no começo pode ser constrangedor, pode ser que poucos levem a sério, mas um grito no ar é escutado por alguém, sempre.

Então grite, peça ajuda, não espere que isso se propague ainda mais. Não protele em agir. Porque esse poço que nós mesmo acabando nos atirando sem querer, é preciso as vezes que alguém ajude a puxar-nos pra fora dele. Mas quem tem que atirar a corda, somos nós mesmos.
Não se culpe, pelo que aconteceu e nem pelo que vai acontecer. Nada é inteiramente do nosso controle e não podemos nos deixar abalar ou nos sujeitar a culpa por tudo que ocorrem em nossas vidas ou nas das pessoas que tanto amamos.

Se você já esta cansado de tudo e não vê mais solução ou perdeu a ambição, siga em frente. Para quem não sabe para onde ir, qualquer caminho é caminho, vá em alguma direção, mesmo quem com passos de formiga. Em algum momento algo ou até alguém pode te despertar dessa mentalidade “zumbi” que acabamos tendo.
(Para achar a solução? Continue a nadar, continue a nadar).

Para quem vê um amigo ou conhecido passando por isso: tenha paciência. Não é porque a pessoa esta feliz em um dia ou deu umas risadas que ela “já está bem”. Não associe algo tão serio como “frescura” ou “falta do que fazer”. Ao invés de julgar e só jogar as clássicas frases “você tem que fazer exercício físico”, “você tem que fazer isso e aquilo, isso é falta de ocupação mental” e “você está assim porque quer”. Só pioram a situação e aumentam a carga de culpa desnecessária que essa pessoa carregue. Seja paciente e respeite o processo, cada um encara da sua maneira. Mas ajude como puder, seja escutando um desabafo, fazendo companhia (mesmo que no silencio) ou agindo como quem se importa. Às vezes uma visita surpresa, um abraço prolongado e um sorvete num dia triste falam mais alto que tudo.

Fica aqui uma frase que acho muito importante, principalmente para aqueles que se sentem “mastigados pela vida”, usados ou até cansados de si mesmos.

“Não seja aquilo que te fizeram”.

E para aqueles que estão cansados de se encaixar em algum rotulo social, ou de serem apontados como A, B, ou C. Não aceitem que te ponham em condição de coitadinho, de ruim, de insuficiente. Não importa cor, religião, opção sexual, aparência física… nada. Só o caráter.

“Você é lindo(a), você é esperto(a), você é importante”. ❤

Pra quem quer saber mais sobre James/Logan/Wolverine:
http://wolverinebio.xpg.uol.com.br/historia.html

15 sinais que você possui coisas demais

ATENÇÃO! Temos um 2319! TEMOS UM 2319!
ISSO NÃO É UMA SIMULAÇÃO! Preparar descontaminação imediatamente!

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Fonte: https://a.dilcdn.com/bl/wp-content/uploads/sites/25/2013/11/Clean_CDA.jpg

01 – Você constantemente tem que arrumar espaços da casa (quarto, sala, cozinha).

02 – Por mais que se livre de certas coisas, ainda parece que você possui coisas de mais.

03 – É difícil achar coisas pequenas e/ou importantes que você usa no dia-a-dia.

04 – Seu armário de roupas vive cheio e na maioria das vezes, com peças para situações especificas que você acaba quase nunca usando.

05 – Sua conta de cartão de crédito é uma dor de cabeça constante com os gastos que acaba fazendo desnecessariamente.

06 – Você Tem uma gaveta ou caixa “da bagunça” que está repleto de coisa que talvez você não mexa em meses ou anos.

07 – Você tem varias versões da mesma coisa ou do mesmo produto.

08 – Você guarda coisas quebradas para “um dia” consertá-las (ex: eletrônicos/roupas…).

09 – Limpar de forma simples como “passar um pano na escrivaninha” não são possíveis devido a quantia de cacarecos nas superfícies de seus moveis.

10 – Às vezes a quantia de coisas que você possui te irrita mais do que te traz felicidade.

11 – Se você recebesse uma proposta incrível de trabalho que envolvesse uma viagem muito longa ou uma mudança, seria um estorvo se organizar para isso em menos de uma semana? (desconsiderando moveis e eletrodomésticos grandes, claro).

12 – Você tem uma série de coisas que lhe foram dadas que você não tem nenhum apreço mas guarda por “consideração”.

13 – Possui uma porção de livros, pois quer ter “uma biblioteca”, mas não leu metade dos títulos que tem.

14 – Você tem apego emocional a inúmeros itens que não possuem mais utilidade a você (inclusive você até esqueceu que os tinha no fundo da gaveta/baú/armário).

15 – Seus pertences não estão te ajudando a viver sua vida.

Seus pertences não devem tornar sua vida difícil. Você deve ser capaz de comprar, armazenar e usar itens com facilidade. Você deve ser capaz de seguir com sua rotina diária sem ter de se preocupar aonde guardar algo ou até se sentir completamente atolado com suas próprias coisas.

Se você está se sentindo sobrecarregado com a quantidade de coisas que você possui em sua casa ou escritório, talvez seja tempo de se desapegar de alguns pertences seus e de fazer algumas perguntas difíceis a si mesmo.

Quais itens parecem ser um peso que te puxam pra baixo ou causam grande desconforto?
Como você se sentiria se você tivesse que retirar ou eliminar por completo esses itens da sua vida?
Por outro lado, quais itens você acredita que irão te ajudar a viver sua vida, agora, de forma completa?
Quais itens você ama usar todos os dias?

Você talvez tenha que dar um passo adiante com essa reflexão e perguntar a si mesmo qual tipo de vida você deseja viver. Você quer usar sua mesa de jantar para jantar ou para guardar revistas que não te interessam mais? Você quer se mover livremente e transitar pela sua sala de estar (ou quarto) sem ter que procurar por papeis em uma pilha de desordem?
Você não acha que já é tempo de mudar?

Lembre-se, quando você desapega de itens que já não lhe acrescentam mais, você ganha espaço e o mais importante: Paz de espírito.

Texto original: http://www.theorderexpert.com/ways-know-too-much-stuff/
Traduzido e adaptado por: Ana Luiza da Rocha Moreira

armário cápsula – uma adaptação real para uma vida simples

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Fonte: https://goo.gl/Jm1vqE

O conceito de armário cápsula foi criado lá nos anos 70 pela estilista Susie Faux. É um conceito bem interessante que misturam alguns ideais parecidos com a da maravilhosa Marie Kondo (com a idéia do “isso me traz alegria?”) e a estrutura minimalista do uso de paletas de cores.

O foco é eliminar aquela perda de tempo na escolha das roupas, pois todas serão peças que você gosta e se sente bem usando.

“Não tenho o que vestir” e “posso precisar disso um dia” são frases não usadas em quem é adepto ao armário cápsula ou a um estilo minimalista de vida.

Tá, mas como funciona?

Bem, nos EUA e em outras localidades onde o clima é BEM definido nas estações do ano. Muitas pessoas separam suas roupas em “winter clothing” (roupas de inverno) e “Summer clothing” (roupas pro verão). E combinam essas estruturas com peças que realmente gostam e que podem fazer diversas combinações entre si.

A idéia é fantástica e muitas pessoas têm adotado esse estilo. Normalmente esses armários cápsula consistem em poucas peças, mas com boa qualidade, que reflitam o estilo da pessoa e atendam as necessidades da mesma.

Derivados disso, muitos outros projetos foram desenvolvidos, como projeto 333 (que basicamente consta em usar 33 peças durante 3 meses, essas 33 peças incluem roupas de banho e intimas e acessórios).

O armario cápsula, na visão da Susie F. segue essas “regras”:

(Traduzido por: Ana Luiza Rocha. Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Capsule_wardrobe)

01 Escolha uma paleta de cores: Isso envolve a escolha de 1 ou 2 cores-base que funcionam bem com praticamente tudo, como preto, branco, marrom, cinza ou azul marinho. Itens como calça, bolsas de colo ou casacos, podem ser comprados nessa escala de cores. Então elas combinaram com praticamente tudo do seu guarda-roupa.
Depois de escolher as cores-base escolha 1 ou 2 cores mais chamativas, que tenham mais destaque do que as cores básicas que você escolheu e coordene umas com as outras. Esse método pode ser aplicado na hora de comprar tops, vestidos ou acessórios. Uma vez estabelecido a paleta de cores, todos os itens do seu armário, provavelmente serão fáceis de intercalar umas com as outras, assim como as cores das peças.

02 Considere seu “biotipo”: Alguns cortes e modelos são mais bonitos em nosso corpo do que outros. Estilistas orientam que (por exemplo) mulheres com quadris largos usem casacos com ombreira, para que fiquem com a largura mais proporcional.

03 Considere sua aparência. Algumas cores aparentam mais bonitos que outras de acordo com o tom da sua pele e biótipo. Se as cores forem bem escolhidas, os itens que você selecionar estará a seu favor.

NOTA: esses 02/03 eu discordo horrores. Pois acho que certas regras devem ser aplicadas de acordo com nosso gosto pessoal. Acredito na beleza de cada um e acho absurdo alguém que tem quadril largo ou algo do gênero e que ama listras horizontais (por exemplo), se prive de usá-las porque a “sociedade da moda” disse que listras horizontais “engordam”. Acho que a regra número 02 deveria ser apenas: compre modelos que te façam sentir maravilhosa e não “ok”.

04 Escolha peças mais clássicas. Enquanto uns estilos de roupa entrem e saem de moda com facilidade (fast fashion*), as peças consideradas “clássicas” não tem “data de validade”. É uma excelente opção de escolha para montar um armário cápsula, pois você pode mante-las por vários anos.

*Fast Fashion: roupas que entrem e saem de moda com facilidade, roupas que se mantem em auge durante certo período de tempo. (Ex: aquelas modas inspiradas em alguma personagem da novela atual, vira moda durante um período). Sendo assim, são roupas de grande mercado, normalmente em lojas de departamento, sendo assim, muitas delas não tem muita durabilidade. Como são peças feitas para atender uma demanda da moda, elas costumam ser fabricadas a baixo custo para vender em quantidade.

05 Escolha peças de materiais de alta qualidade (Padrão Slow Fashion*): A ideia do armário cápsula é possuir poucos itens de roupa, que possam ser usados de diferentes formas. É uma boa ideia escolher roupas as quais possuam um bom material e duram mais tempo.

*Slow Fashion: O oposto da Fast Fashion. É quase um consumo consciente. Você consume produtos com alta durabilidade e que atendam seu estilo próprio, sendo assim, você não precisa “descartar ele” quando sai de moda.

O problema dessas aplicações pra quem vive no Brasil é que apesar das definições de estações do ano, o tempo é bem imprevisível as vezes. E tem épocas que surpreende com temperaturas estranhas e chuvas aleatórias do nada. Basicamente, você acorda num calor insuportável e sai de short, camisa e tênis e em meados da tarde, a temperatura cai e chove horrores. Ou seja, como separar um armário com todas essas surpresas?

Foi aí que pensei em trabalhar um armário cápsula mais versátil. Que fosse compacto, mas atendesse a todas essas loucuras do universo. Um armário que tenha roupas que dê para usar no ônibus e roupas que me permitam ir para uma festa à noite.

Minha idéia é criar um armário flexível e honestamente? É bem viável, já que, graças a deus, no Brasil não neva ou fica -18°, então pra quem não costuma viajar muito, não é necessário roupas extremamente aquecidas.

Selecionando a paleta de cores:

Muita gente acha que quem é minimalista ou quem busca esse armário básico ou armário cápsula, só usa cinza, preto e branco. Mas não é necessariamente verdade. Muitas trabalham com paletas em tons pasteis, ou com cores mais quentes como vermelho ou até vinho. No meu caso eu utilizo as básicas (cinza, preto e branco) e uns tons mais amarronzados, meio amarelo mostarda pro bege.

O foco aqui é não “desperdiçar espaço” com roupas para uma ocasião só. É criar um armário que você possa usar todas as peças com certa freqüência e flexibilidade.

“ah, mas eu detesto repetir roupa”

Eu também.

Mas acreditem, a diminuição de quantidade e aumento de qualidade, nos incentiva a fazer inúmeras combinações, é quase um desafio criativo!

Eu me desfiz de cerca de 95% do meu guarda roupa, desapeguei total!
Mantendo apenas algumas peças que realmente faziam parte do meu estilo atual e com o dinheiro das vendas de algumas peças antigas, comprei outras que casam com meu estilo mais básico e atual.

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Fonte: https://goo.gl/J4fJGU

Meu objetivo é ter o suficiente. O numero de roupas que me representem que sejam adaptáveis a varias necessidades e que não ocupem muito espaço na casa e na vida. Não quero me mudar e ter 200 malas com roupas, sabendo que, eu nem uso a maioria.
Não planejo comprar roupas por 1 ano e por ai vai, a menos que algo rasgue ou corrompa bizarramente o material.

Quero uma vida leve, simples. Onde a roupa, assim como outros bens materiais, apenas me tragam conforto/alegria e não seja um estorvo ou um compromisso com algum tipo de imagem social.

Espero que tenham gostado das dicas ❤

facebook e redes sociais – desisti?

Após fazer “a limpa” em todo meu quarto e decidindo focar em alguns pontos mais importantes da minha vida, resolvi “fazer uma geral virtual”. Isso inclui: limpeza de arquivos no notebook/hd externo e limpeza nas redes sociais.

Eu sempre tive Facebook, Twitter, Snapchat, Instagram, Youtube, Tumblr, Telegram e Whatsapp. Sem falar em outros apps que não me recordo agora.
Em dado momento das minhas reflexões, percebi quanto tempo gastava na manutenção dessas redes… o quanto eu dedicava meu tempo livre para um grande nada.

Resolvi então ir me desprendendo. Me sentia vigiada sabe? Com muitas imagens para manter, com muitas redes sociais me cobrando algum tipo de atenção ou envolvimento social.
Quando me acostumei a desativar o Facebook, tinha certas agonias no início, depois, passei a simplesmente não sentir falta dele.

Hoje me livrei da dependência de tantas redes sociais. Mantenho só as que considero importantes e não passo muito tempo direto nelas. Consigo sobreviver apenas com Youtube, Instagram, LikedIN e Whatsapp. Lógico que utilizo o blog como plataforma de comunicação. Mas acho muito mais saudável e reconfortante do que o Facebook.

Exclui a maioria das minhas contas, mantive o facebook desativado (e talvez o exclua de vez, ainda estou amadurecendo isso) e permaneço no telegram apenas por uma necessidade (grupos seletos que participo que apenas se comunicam por lá).

Eu sempre gostei mais do whatsapp por ser mais conhecido, ou seja, mais fácil ter contato com todos. Mas de uns tempos para cá, tem me incomodado bastante a criação de milhares de grupos (quase sempre inativos) e a necessidade que as pessoas tem que você as responda urgente mesmo para assuntos não urgentes.

Não sei vocês, mas eu detesto cobranças nesse sentido. Não gosto de me sentir agoniada para responder ou manter uma conversa quando não me sinto à vontade para.
No whatsapp eu sinto essa urgência sabe? Visualizar, não visualizar, demora, última vez visto, mimimi. Muito chato.

Então decidi tirar toda essa agonia da minha vida. Vivo bem com o Instagram (minha rede social predileta btw) e com o whatsapp por questões de questões – hahaha.

A verdade é que me sinto aliviada, não sei, de alguma forma até mais desamarrada. Antes eu checava minhas redes sociais o tempo todo, como se fosse uma forma de emprego. Dava uma importância muito grande a mensagens não lidas, a eventos não confirmados ou a fotos que ainda não tinha visto. No fim das contas, numa mesa de restaurante, a conversa com amigos ocorria durante ‘intervalos’ do celular, ao invés do contrário.

Recomendo a todos que tentem essa experiência! Se desconectar. Ler mais, conversar pessoalmente, sair sozinho ouvindo música, tirar os olhos dessa tela viciante.

Pode ser até importante para alguns, mas acreditem, não é fundamental.

Contudo, eu acredito que atualmente existe um lançamento de um App minimalista muito útil e interessante, quem tiver interesse em conhecer ele e seus usos:

Espero que tenham gostado dessa lição de vida 😉

Até a próxima ❤

sobre consumo e desapego

Imagem1Fonte: https://www.instagram.com/minimalluu/

Sabe como passei a compreender tanto o minimalismo? Experimentando o “outro lado” dessa vida.

Como muitos que me conhecem sabem, era EXTREMAMENTE consumista.

Gastava todo meu dinheiro em lojas de brinquedos (era viciada em bonecos de Sagas para usar de enfeite no quarto), roupas (Tinha 1 gaveta funda SÓ de t-shirts de Star Wars, sério) e muitas outras baboseiras que meu coração de “AI MEU DEUS QUE INCRIVEL, PRECISO DISSO” pedia.

Meu dinheiro ia embora com uma rapidez maior do que o recebia. Logo me percebi com 2 cartões de crédito, um de débito (sem nada) e um quarto repleto de coisas lindas, porém, inúteis.

Eu precisava pagar boletos importantes, renovações da carteira de arquiteta, uma remoção de siso que o plano não cobria ou até uns trocados para um lanche quando estava na rua. E eu não tinha esse dinheiro. Por que? Minha compulsão do AGORA sugou todas as minhas finanças.

Muitos me perguntam como eu migrei de um Extremo para outro. Não, não foi por causa de um só livro e não, esse processo não durou 1 semana, nem 1 mês. Durou meses (e ainda dura de certa forma). É quase uma evolução espiritual (digamos assim). Com o passar das faxinas, desapegos e outras consciências (decididas unicamente por mim, ninguém me obrigou) comecei a perceber o mundo com um olhar diferente. Mais simples, limpo e leve.

Realmente para mim HOJE, não faz sentido eu ter 12 ou 15 casacos (sim, eu tinha hahaha). Não faz sentido eu ter 3 gavetas ou mais, entupidas de sapato, quando na verdade, eu nem uso todos. Não faz sentido comprar mais roupas, se eu nem uso todas as que tenho.

No começo foi muito psicologicamente chocante, por assim dizer, me “livrar” de tantas posses. Achei que iria me arrepender, ter surtos de compra para suprir “o que se foi”… quando na verdade me veio um alivio IMENSO e um gostinho de “quero mais”. E cada vez mais fui me impulsionando para uma vida simplificada.

Eu tenho um costume particular. Eu mudo MUITO de estilo as vezes. Mudo a cor e corte de cabelo como quem troca de roupa, me visto de vestidos florais numa época e jeans e t-shirts em outras. E com tanta oscilação, notei que nunca estava satisfeita.
Foi aqui que me deu um click sabe? Um apito na mente. Eu nunca estava plena com o que vestia ou como me mostrava para o mundo.

Atualmente tenho acompanhado muitas meninas fazendo “transição” para retomar seus cabelos naturais e sem química, assim como tenho visto muitas aderindo ao famoso “Armário Cápsula” (Que em breve postarei sobre, mas basicamente, é viver com o mínimo de peças e evitar compras desnecessárias). Com o mundo retornando ao natural e ao essencial, me senti ainda mais motivada. Doei e vendi 90% do meu armário. Aderi a um estilo mais simples, mas que me identifiquei muito e resolvi parar de alterar tanto a química dos meus fios (eu não alisava, mas usava muita tintura e descoloração).

Hoje tenho o necessário e o que me deixa feliz de fato. Meus bonecos se foram, mantive uns poucos que me alegram de fato. Muitos brinquedos foram para novos donos, que provavelmente, darão mais valor do que eu no momento. Abri mão de ter mil cores no cabelo e retornei a cor natural, cortei curto o suficiente para ser prático e eliminar químicas restantes, parei de comprar e usar maquiagem (nunca gostei na verdade – de vez em quando eu uso um delineador apenas), quitei minhas dívidas no cartão de crédito e hoje só uso débito (qual o sentido de parcelar algo? Se você não pode pagar, não compre! – Esse é meu jeito de me controlar – hahaha).

Gasto agora com boas refeições, coisas necessárias de verdade. Não possuo mais 3 tipos de creme de cabelo, 50 hidratantes e mil esmaltes. São coisas, coisas e mais coisas. De alguma forma, tudo isso me sufocava sem que eu percebesse. Era uma dedicação, um amor envolvido apenas em OBJETOS. Até onde seria saudável?

Juro que se eu vendesse meu quarto TODO (considerando livros e bonecos raros e importados) eu pagaria uma viagem confortável pra Paris ou Argentina. Sério.

Quero agora uma vida como um quadro limpo, onde posso escrever o que eu quiser. Comecei pelo meu quarto, depois pelo meu pessoal (desapegando também de várias redes sociais) e agora me direciono a gastar com viagens, saída com amigos e coisas que me acrescentem. Minha atenção se volta mais para o meu eu, minhas prioridades são outras e nunca estive tão feliz por ter tomado tais decisões.

Me sinto outra pessoa praticamente. Livre se algumas amarras sociais, possuo o pouco que me faz feliz e continuo na árdua tarefa de caminhar para uma vida cada vez mais minimalista (em termos materiais) e menos minimalista na qualidade de vida.

wwwFonte: https://www.instagram.com/minimalluu/